Na internet, mentira está com os dia contados! Faço minhas as suas palavras. Posso fazer suas as minhas idéias. Posso disseminar incertezas. Mas, a intuição sempre prevalescerá. A intuição é o mais eficáz dos critérios de avaliação, porque também é protetora. Quem mente não sobrevive à intuição dos que não mentem. Se, nunca se conseguiu mentir pra todo mundo o tempo todo , muito menos se conseguirá daqui pra frente. Mentirosos, aproveitem a adrenalina da mentira, enquanto ainda acham que podem ("Quem é de verdade, sabe quem é de mentira!" - Pontes Indestrutíveis - Charlie Brown Jr.). Uma dúvida: quem determina o que é mentira se torna o dono da verdade?segunda-feira, 20 de julho de 2009
Mentira: cada vez mais fora da moda!
Na internet, mentira está com os dia contados! Faço minhas as suas palavras. Posso fazer suas as minhas idéias. Posso disseminar incertezas. Mas, a intuição sempre prevalescerá. A intuição é o mais eficáz dos critérios de avaliação, porque também é protetora. Quem mente não sobrevive à intuição dos que não mentem. Se, nunca se conseguiu mentir pra todo mundo o tempo todo , muito menos se conseguirá daqui pra frente. Mentirosos, aproveitem a adrenalina da mentira, enquanto ainda acham que podem ("Quem é de verdade, sabe quem é de mentira!" - Pontes Indestrutíveis - Charlie Brown Jr.). Uma dúvida: quem determina o que é mentira se torna o dono da verdade?Hoje é Dia do amigo! 20 de julho
domingo, 19 de julho de 2009
Você é um fora-da-Lei de Murphy?
Quem foi o capitão Edward A. Murphy Jr.?
Acredite ou não, Murphy existiu e morou nos Estados Unidos até sua morte em 1990. O capitão Edward A. Murphy Jr. era engenheiro da Força Aérea. Apesar de ter participado de outros testes de design de engenharia nas suas carreiras civil e militar, foi um teste do qual ele participou - quase por acaso - que deu origem à Lei de Murphy.
Imagem cedida por Base da Força aérea de Edwards Coronel John Paul Stapp a bordo do foguete-trenó |
Em 1949, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, oficiais conduziam os testes do projeto MX981 para determinar de uma vez por todas quantos Gs (a força da gravidade) um ser humano poderia suportar. Eles acreditavam que suas descobertas poderiam ser aplicadas a futuros designs de aviões.
A equipe usou um trenó foguete chamado "Gee Whiz" para simular a força de uma colisão aérea. O trenó andou a mais de 320 km/h em um trilho de 800 metros, chegando a uma brusca parada em menos de um segundo. O problema era que, para descobrir quanta força uma pessoa aguentaria, a equipe precisava de uma pessoa de verdade para fazer o experimento. É aí que entra o coronel John Paul Stapp. Stapp foi um físico de carreira da Força Aérea e se ofereceu para dar uma volta no trenó-foguete. Durante vários meses, Stapp andou várias vezes no aparelho e cada volta era uma tortura física. Ele acabou com ossos quebrados, concussões e vasossanguíneos rompidos nos olhos, tudo em nome da ciência [fonte: Spark (em inglês)].
Murphy frequentou um desses testes, levando um presente: um conjunto de sensores que poderiam ser presos às cintas que prendiam Stapp ao trenó-foguete. Os sensores eram capazes de medir a quantidade exata de força G aplicada quando o trenó-foguete fazia a parada súbita, tornando os dados mais confiáveis.
Há várias histórias sobre o que aconteceu naquele dia e sobre quem contribuiu com o quê para a criação da Lei de Murphy, mas o que segue está bem próximo do que aconteceu realmente.
O primeiro teste depois que Murphy prendeu seus sensores nas cintas produziu uma leitura igual a zero - todos os sensores haviam sido conectados de forma incorreta. Para cada sensor, havia duas maneiras de fazer a conexão e cada um deles foi instalado de maneira incorreta.
Quando Murphy descobriu o erro, resmungou alguma coisa sobre o técnico, que foi supostamente responsabilizado pelo estrago. Murphy disse algo como "se há duas formas de fazer alguma coisa e uma delas vai resultar em um desastre, é assim que ele vai fazer" [fonte: Pesquisas Improváveis (em inglês)].
Pouco tempo depois, Murphy voltou para o Aeroporto Wright, sua base. Mas Stapp, conhecido por seu senso de humor e perspicácia, reconheceu a universalidade do que Murphy havia dito e em uma coletiva de imprensa disse que a segurança da equipe do trenó foguete deveu-se à Lei de Murphy. Ele disse à imprensa que a Lei significava que "Tudo que pode dar errado dá errado" [fonte: The Jargon File (em inglês)].
Bastou isso. A Lei de Murphy começou a aparecer em publicações aeroespaciais e, logo depois, caiu na cultura popular tendo inclusive sido transformada em livro nos anos 70.
Desde então, ela foi expandida. Na próxima seção, veremos algumas interpretações e conseqüências da Lei de Murphy.
Joshua Clark. "HowStuffWorks - Como funciona a Lei de Murphy". Publicado em 26 de setembro de 2007 (atualizado em 14 de julho de 2008) http://pessoas.hsw.uol.com.br/lei-de-murphy1.htm (18 de julho de 2009)
sábado, 18 de julho de 2009
Brincadeira de mau gosto
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O futuro da arquitetura de informação
by WebinsiderPassa pela habilidade de organizar uma camada de estrutura para o conteúdo e a classificação criada pelos usuários, além de otimizar as formas de apresentação e de busca e montar uma estratégia de conteúdo capaz de evoluir.
Por Rogério Pereira
...Um material interessante para a realização de uma conversa bem legal com o Daniel Souza, que trabalha com planejamento de experiência do usuário na Talk Interactive.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Eu não sabia!
Os Camelos também Choram!Quantos de nós iremos ao deserto da Mongólia, nos próximos anos?
Será que montaremos um camelo, na próxima semana?
Muitos na vida, nunca viram o parto de uma camela! Mas, é possível que choremos com alguma música nos próximos dias... (leia mais)
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Internet a favor!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Fogo! 1 julho, 21:30h, Bom Retiro/SP
Rua Prates x Rodolfo MirandaIncêndio sem vítimas. Sempre muito prejuízo.
É interessante notar que a curiosidade humana
, e o desespero, são mais fortes que o instinto de sobrevivência. O trabalho dos bombeiros é sempre exemplar nos episódios de emergência, não só para socorro, mas para evitar que curiosos se acidentem.
Em geral, as pessoas querem ver tão de perto uma tragédia que correm risco de morte. Não fosse o isolamento feito por bombeiros e policiais, alguns entrariam nos prédios em chamas, para ver o incêncio de dentro!
No ar

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terça-feira, 30 de junho de 2009
A crise mundial e as alternativas que custam vingar
Leia também na Revista da FGV
* Professor universitário em Ciências Sociais. Economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em Políticas de Educação
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Folhetim Pulp

Workshop - Como publicar o seu livro na internet
Nos dias 01 e 08 de agosto (sábado) das 10 às 14h workshop na Estação das letras
com Ana Paula Maia
De salas e moradas
Por Maria Lucia Solla
E é bom lembrar que não falo da consciência da mente física, aquela do Ministério da Moralidade Terrena. Falo da Consciência Mãe. Falo da Consciência que nos permite ver, sentir, falar, agir além do ego, como Mestres ou como Emissários deles.
É ela que nos permite sentir alegria, sem quê nem porquê.
É ela que nos deixa ver o brilho do Sol, lá no fundo do porão, ao despertar de uma noite de verão.
É ela que nos faz exultar ao ouvir o riso de um filho, no momento em que ele se desarma e se deixa fluir com a vida.
É ela que permite ver no olhar do ser amado, de novo, o brilho do amor que se pensava aprisionado.
E para que serviriam as palavras de um Mestre senão para nos mostrar o caminho da União, da Completude? Um Mestre não leva seus discípulos pela mão, não os aprisiona e nem exige que trilhem, todos, a mesma rota. Um Mestre desenha o mapa do Caminho de Casa. Leia aqui.
Maria Lucia Solla é terapeuta e professora de língua estrangeira. Aos domingos, abre as portas de sua morada no Blog do Milton Jung





