(Foto gentilmente pirateada do blog The BEING HAD Times)domingo, 7 de setembro de 2008
Brincadeiras em Grupo: CABRA-CEGA
CABRA-CEGA: - (MODERADO)
Material: 1 lenço e um saquinho de farinha.
Desenvolvimento: - Cabra cega?! - Senhor. - De onde vieste? - De trás da serra. - Que trouxeste? - Um saquinho de farinha. - Dá-me um bocadinho/ - Não chega p’ra mim mais minha velha. As crianças todas tentam beliscar o saquinho de farinha que a cabra-cega, de olhos vendados, no meio da roda tem em uma das mãos; e ela tenta agarrar as que lhe aproximam. A que se deixa prender, ou tocar, passa a ser cabra-cega e a brincadeira recomeça.
Abra os olhos na hora de votar!
AS VÁRIAS FACES DA TIRANIA
por*José de Almeida Amaral Jr
>>>observando uma estrutura que expunha pequenas estatuetas milenares de barro representando músicos, aproxima-se uma dupla, garoto e seu pai, de onde ouço o seguinte diálogo: - o que é isso? perguntou a criança. E a resposta: - São ídolos. Venha, vamos embora, sentenciou o homem de forma curta e grossa puxando o filho pela cabeça. Ignoraram solenemente os painéis explicativos presentes ao longo dos corredores e em cada item exposto.
Professor universitário em Ciências Sociais, Economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em Políticas de Educação, Colunista do Jornal Cantareira, Colunista pela Pascom na Rádio 9 de Julho Am 1600 Khz e escreve semanalmente para o Mundo Lusíada Online. http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_coluna_170.htm
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
DoisdoBrasil in trio



O DoisdoBrasil(GutoMaia** e Rossana Rosengarten***) duo que se apresenta em hotéis e eventos há 13 anos, passa a contar com Diego Baptista****, violonista erudito e percussionista. A estréia acontece no próximo sábado, dia 6 de setembro de 2008, a partir das 12 horas, no Novotel Morumbi*****.
*DoisdoBrasil www.doisdobrasil.com
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Concordo, mas lutarei até a morte para provar o contrário
Um francês apaixonado por japinhas. Autor de "Espinafre de Yukiko" e "Garotas de Tokio", dois ótimos títulos já publicados no Brasil e representantes do nouvelle mangá.Frédéric Boilet -- nouvelle mangá
http://www.boilet.net/
por *Caue Maia, no seu multiply
Existe um Homero em cada autor
"verdestrigos" - 1 new article
O Estado de São Paulo - 31/08/2008 - por Rodrigo Lacerda
A Ilíada e a Odisséia são duas obras que certamente se encaixam numa coleção chamada Livros que mudaram o mundo. Escritas por volta de 800 anos antes de Cristo, desde então fazem parte do chamado cânone ocidental. Mas nem sempre este pertencimento ao cânone foi visto com tanta naturalidade. É exatamente do processo de consolidação dessas obras, e de seu autor, na lista dos clássicos de todos os tempos, que trata o novo livro do escritor, tradutor e antologista Alberto Manguel, Ilíada e Odisséia - Uma biografia (Jorge Zahar, Trad. , , 272 pp., R$ 39,90). Os capítulos de abertura abrem espaço para um pequeno resumo dos poemas e para a indefectível discussão sobre a existência ou não de Homero. Mas não são eles que importam. Fazer a "biografia" dos dois livros primordiais da literatura grega, como propõe o título, significa recuperar as diversas leituras que já inspiraram.
http://www.estadao.com.br/
Afinal, qual é o lugar da autoria na rede?
>>>Evidentemente que nos apegamos naquilo que criamos: desvencilhar-se deste caráter paternal é um desafio, realmente! Desde que as fontes estejam claras (como pedem as licenças abertas), em alguns casos, poderemos nos render a criadores mais sagazes que nós, sentindo-nos até mesmo honrados, por que não?
A história da arte é uma constante de inúmeras releituras – o que nos torna apenas fiéis depositários de condições presentes.>>>
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Publicado no Cronópios 28/8/2008 23:42:00
(comentário) por Guto Maia
2/9/2008 01:39:16
Fábio, sempre pertinente essa discussão sobre autoria de obras na internet. Possivelmente, os "direitos" de criação passarão a ser pautados por uma nova Ética, que vem sendo escrita também "work in progress", através de fóruns e reflexões como a que você propõe. Como ainda não existem fórmulas que consigam normatizar a maioria das questões na internet, tudo parece acontecer sem diretrizes. Uma coisa é certa, a qualidade de tudo que se publica, vem melhorando profundamente, pois os céticos e resistentes à grande rede, até então, começam a aproximar-se, trazendo, com seu ceticismo, uma demanda por qualidade menos codificada. Ao mesmo tempo, eles descobrem que há vida inteligente na internet há muitos anos. Por outro lado, cada vez mais, os leigos digitais também têm acesso assegurado pela abertura dos códigos. Então, a seleção natural vai acontecendo como um rastilho de pólvora aceso. De toda discussão de alto nível, espera-se soluções idem. Talvez, o desapego possa vir a ser uma delas, e o grande privilegiado - o Conhecimento, e não a lei do mais esperto.
Abraço.
Fábio Oliveira Nunes*: Guto, excelente comentário!
Concordo completamente. Aliás, se pretendemos alcançar novos níveis de qualidade de conteúdos da rede não poderemos nos render ao medo da “lei do mais esperto”, esperando que as tramas da rede sejam lugares seguros algum dia.
Abraço!
Publicado no Cronópios 2/9/2008 01:39:16
*Fábio Oliveira Nunes(ou Fabio FON) É doutor em artes na ECA-USP, pesquisando sobre a arte em novos meios. É também mestre em multimeios na UNICAMP e bacharel em artes plásticas na UNESP. Atua como artista multimídia e webdesigner. É autor de Web Arte no Brasil (http://www.fabiofon.com/webartenobrasil) e co-organizador do site Artéria (http://www.arteria8.net).Site pessoal: http://www.fabiofon.com E-mail: fabiofon@hotmail.com
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
O que como texto
por Guto Maia>>>Quero comer o que escrevo até me empanturrar. Até virar suco do que escrevo e não mais me reconhecer. Para isso, leio sem parar, tudo que me cai nas mãos. Recentemente, descobri o prazer de ler na tela. Maravilhoso. Sempre é preciso tempo, esse algoz e cúmplice, (depende, se estamos de frente ou de costas pra ele, se estamos indo ou voltando. Correndo atrás ou dele), que é o bem mais precioso que prezo e de que nem sempre disponho. E, também o mais desperdiçado por ai, no trânsito, nas filas, nos quartos sombrios, nas relações sem futuro, nas faculdades incompletadas por engano... Tempo de aprender, tempo de plantar, amadurecer, renascer... Então, cato mais um pouco do seu tempo aqui, outro pedaço ali, de alguém que o esqueceu, outro, que ninguém viu passar, outro rasgado que ninguém quis acolá; e vou juntando tudo numa colcha de retalhos de pensamentos, um patchwork colorido de lembranças que vira um tecido de sentimento, dou um acabamento e, pronto!, um pedaço de vida que parece novo. Um dedo de prosa a mais, na costura, uma boa risada, uma lágrima que ninguém viu... E vem o arremate. Feito o acabamento, mostro o resultado, orgulhoso e, às vezes, até emocionado - coisa besta de quem escreve e quer ser lido, e alguém falará: "puxa isso parece que fui eu que escrevi! Tem tudo a ver comigo. É a minha cara!". Ai, penso: "eu, que achava que estava sendo original..." Como sou burro.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Música é agora obrigatória nas escolas
por José de Ameida Amaral JrEm 18 de Agosto de 2008 o presidente da república sancionou a lei nº 11.769 que altera a de nº 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB, para dispor sobre o ensino da música na educação básica, tornando finalmente obrigatório o seu estudo nos níveis fundamental e médio no país. Até agora, dentro do que estava sendo estipulado pela LDB, a música era conteúdo optativo na rede, a cargo do planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação, podendo a escola oferecer no ensino geral artístico música, teatro, dança e/ou artes visuais. Mas, com a mudança, agora a música passa a ser conteúdo obrigatório, embora não exclusivo. Isto representa que o planejamento pedagógico deve continuar a também contemplar as demais áreas artísticas. O Ministério da Educação recomenda que, além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra os alunos aprendam também cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para que, desta forma, os estudantes possam conhecer a amplitude cultural brasileira. >>>
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200 Anos – Música para a Corte e para o povopublicados no Jornal Mundo Lusíada online
Amores paulistanos
por Guto MaiaO amor tem dessas coisas. Como disse Itamar Assunção: "Venha até São Paulo ver o que é bom pra tosse! Venha até São Paulo dance e pule o rock and rush. Venha até São Paulo viver à beira do stress. Fuligem catarro assaltos no dia dez". São Paulo produz filhos que a renegam. O orgulho de ser paulistano é instável como a própria cidade. Após cada inalação, volto a amá-la. Qual o perfil do verdadeiro paulistano? Quem vive nos Jardins, no Brás ou na periferia? No Bom Retiro, quem não lê coreano, sente-se estrangeiro diante das placas das lojas. Uma cidade que é de todos, não é de ninguém. Ser filho de quem não é de ninguém, é perturbador. Sabemos cada defeito da nossa mãe, mas quando a ofendem viramos bichos. Mas, amanhã tudo recomeça, e a luta pela sobrevivência volta a nivelar a todos por baixo da poluição. E, no trânsito, blasfemaremos num coro de insensatos alérgicos. Os que lutam com palavras, procurarão fazer justiça com as próprias mãos... O amor tem dessas coisas.
[Sobre "Trauma paulistano"] no Digestivo Cultural
O que como (Textos Perversos)
porGuto Maia>>>Um dia acordei, e vi que eu não era exatamente aquilo. Não queria ser exatamente somente aquilo. Não conseguiria jamais chegar a ser exatamente aquilo. Decididamente, eu não queria me tornar, viver e morrer somente aquilo. Então, fui sumariamente expulso de novo, por mim mesmo. Fui procurar minha turma de novo. Ou nova turma novamente. E, eis-me aqui de novo, batendo na tua porta... Voltei, agora pra ficar. Ficar? Ficar, o cacête! Certamente, (ainda) não! Pensa que sou burro? Burro eu era no texto de cima. Agora não!Tô só tomando fôlego. Não gosto da tua mão gelada. Gente do nosso barro, quanto mais instigada, mais aguerrida fica. Somos como o touro na arena. Quanto mais pares de banderilhas no lombo, mais agressivo ele se torna. A única diferença é que o touro não sabe quem vai morrer primeiro. Nós sabemos. Torquato dizia: "Leve um boi e um homem ao matadouro. Quem berrar mais na hora da morte, é o homem, nem que seja o touro!" Demorei para entender essa frase humanista e bovina, talvez, porque sou um pouco burro... Mas, a arte tem dessas coisas que a própria razão desconhece, não são para serem entendidas, apenas sentidas. Quem se expressa na arte, lambe tanto a ferida que fica impossível cicatrizar.>>>
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Do Digestivo
Trauma paulistano, por Eduardo Mineoem 25/8/2008
Depois de ser apresentado à zona sul carioca, não consegui mais pensar em como apresentar São Paulo sem usar o qualificativo "droga" antes de tudo:
― Esta é a droga do Ibirapuera.
― Esta é a droga da Avenida Paulista.
― Esta é a droga da praça da Sé.
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Lí no Amágama
Comentário sobre
"Lembranças Revisitadas", de Paulo Vilmar, no Amálgama
PorGuto Maia /// 25–08–2008 9:09 am
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* Paulo Vilmar é advogado e mora em Santa Maria-RS. Blog: http://caldodetipos.blogspot.com/





