quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Rolos e Enrolados!

Políticos não são infiéis, nem levianos. Apenas redefinem objetivos o tempo todo!


Quando alguém se envolve com a pessoa errada, é difícil se desenvolver...


Meu sonho é ser um anônimo de fama internacional!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Charles não leva mais a vida na flauta!

foto- Agenda do Samba & Choro
Por José de Almeida Amaral Junior

Quando a cantora soul londrina Amy Winehouse há pouco morreu aos 27 anos houve uma comoção generalizada. Toda a mídia repercutiu o fato e uma multidão correu para frente de sua residência, assim como para as gôndolas das lojas de música a fim de adquirirem os seus dois únicos trabalhos. Dona de uma voz com um timbre bastante especial Amy Winehouse foi, então, guindada à condição de 'diva' e 'maior estrela da música pop' no século XXI. Sua passagem jogou seus discos para o topo na parada de sucessos britânica, provocando reedições e o estímulo para que se 'raspasse o tacho' de gravações não utilizadas ou ainda em elaboração a fim de se construir um álbum póstumo. O Daily Mirror falou em material para 3 discos. Coisa para total delírio e deleite dos fãs. E, claro, da própria indústria fonográfica, sempre cheia de boas intenções.

Amy Winehouse, filha de um casal classe média cujo pai taxista gostava de jazz, foi outra vítima do sistema que envolve o show business. Mais do que o seu punhado de Grammys pelo segundo disco, "Black to Black" (2006), inegavelmente uma grande obra do pop contemporâneo, a moça foi extraordinariamente divulgada e conhecida pelas suas tristes imagens patéticas, fora de si, bêbada, drogada, em processo de emagrecimento, exploradas até a última gota pela imprensa, pela máquina da indústria de diversão, sem reflexão cabível, num total oba-oba.

Chega, então, o desenlace óbvio, e consigo as hipócritas conclusões: ‘mais uma que vai tão cedo...’ Amplia dessa maneira o fúnebre time dos 27 junto a Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones, Kurt Cobain entre outros que partiram tão jovens. Todos inspirados e amados músicos que, após a frenética vida de popstars, acabaram vencidos por esse liquidificador psicológico, sendo como que sacrificados ao sistema-divindade completamente insano que foram introduzidos. Frágeis e entregues, morrem sozinhos.

Coincidentemente, dias atrás, o jornal Folha de São Paulo publicou um artigo mostrando a situação precária vivida por um outro músico, este brasileiro e de qualidade formidável, Charles Pereira Gonçalves, o Charles da Flauta. Confesso que há cerca de dois para três meses já estava tendo noticias dele através de conhecidos em comum, gente de grande coração da Escola Municipal de Música, que o avistaram e o contataram no Centro Velho, sobrevivendo debaixo de um viaduto em total mendicância.

Charles nasceu em uma família humilde, mas ela tinha algo de especial. Os meninos desenvolveram grande talento musical que logo foi explorado pelo pai, na intenção de diminuir as dificuldades da vida. Ele e irmãos, pequenos ainda, sob as vistas do pai, iam para a cidade tocar nas calçadas, para capturar os ouvintes, os transeuntes que sempre passam apressados em seu quotidiano. Mas, com os meninos, com o som produzido por eles, algo de diferente ocorria em meio à selva de pedra paulistana, aos seus ruídos incessantes e, assim, eram obrigados a parar para ver e ouvir. Aplaudir e, claro, dar uma colaboração, um cachezinho, pelo espetáculo bonito e em lugar tão inusitado. Charles é um virtuose. Um flautista excepcional cuja categoria foi reconhecida por talentos inquestionáveis como os mestres Altamiro Carrilho e Toninho Carrasqueira. A ele foram então dadas oportunidades. Aos 14 anos gravou um antológico LP de choro, em 1988, cujas opiniões chegaram ao ponto de dizer que o moleque era uma reencarnação de algum flauta de alto nível. E surgiram então as chances de estudar fora, com bolsa, na Europa. Grande oportunidade. Tudo, assim, parecia caminhar para um final feliz, como uma história de contos de fada ou de cinema. Porém, havia um obstáculo que se tornou intransponível para ele. E, desde o início dos anos 1990, seu rumo foi outro, muito diferente. E, cruel.

O senso comum acredita que a droga é algo que, quando o sujeito passa a consumi-la, ele a abandona quando quer. Assim, como se fosse um refrigerante ou um chiclet de bola. O sujeito diria: - "Chega!", e pronto, estaria acabado. Ledo engano. Lamentavelmente a coisa não é assim. Isso é um profundo equivoco. Charles encontrou a maconha e uma rede de possibilidades que lhe facilitavam o acesso. Grande músico, muitos convites, tapinha nas costas, noitadas, más companhias, estrutura psicológica frágil e respaldo insuficiente. A coisa assim foi ganhando vulto até não poder mais. Hoje ele é consumidor de crack. Já foi preso, perdeu suas flautas transversas, ficou sem recursos e, todas as vezes que dispõe de algo, acaba sendo levado pelo ambiente que o cerca. A vida nas ruas é muito áspera e sem garantias de amanhã.

De acordo com a Faculdade de Medicina da USP a dependência química é uma síndrome caracterizada pela perda do controle do uso de determinados agentes psicoativos. Eles atuam sobre o sistema nervoso central, provocando reações e estimulando o consumo repetido dessa substância. Dependência química é uma das doenças psiquiátricas mais freqüentes da atualidade. E as pesquisas do Hospital das Clinicas mostram que está se ampliando o uso de crack em relação à cocaína. Ele atinge o sistema nervoso central de maneira mais rápida e intensa que a droga aspirada. Gera uma dependência grave e de difícil tratamento. Recaídas são freqüentes: 50% nos seis primeiros meses e 90% no primeiro ano. É, portanto, uma doença crônica. Não é uma opção do sujeito.
Psicoterapia e farmacoterapia são as duas abordagens para se lidar com o caso que deve contar com a ajuda e motivação ao redor do paciente, pois os dependentes que não contam com apoio intenso e seguro acabam por cair no desemprego e chegar às vias ilegais, ampliando a chance das mortes por overdose, homicídio ou suicídio. Dizem os especialistas da USP que mesmo após o tratamento e a abstinência da substância psicoativa, não se considera curado o paciente.

Charles dá claras indicações que deseja sair dessa situação em que se encontra e retomar o caminho anterior. Ele é educado, conversa bem, procura manter asseio na situação em que se encontra, chegando ao caso de lavar-se pelas imediações para poder encontrar com os seus conhecidos. Ao ganhar uma flauta soprano, discutia sobre as condições técnicas entre o modelo germânico e o barroco como facilidades para se tocar choro. Fabuloso. Um patrimônio da musica paulista. Charles é um grande artista que está à deriva e precisa, de novo, de auxilio sincero.

Amy Winehouse agora já encerrou a sua história nesta terra. Charles Pereira Gonçalves, que acaba de aniversariar neste 13 de agosto, não pretende ter outros paralelos com ela. Quer muito, como confessa aos mais próximos, voltar a trabalhar e a viver seus dias com dignidade, produzindo. Seu sopro, mesmo que com apenas um pulmão, ainda enche de encanto o espaço por onde se apresenta com sua flauta. A sociedade deve se esforçar para recuperar este talento e evitar o pior. É uma questão dura, porém, clara: não basta somente ele querer. É preciso que o entorno lhe estenda a mão e o salve também.

São Paulo, 16 de agosto de 2011
  
José de Almeida Amaral Junior
Professor universitário em Ciências Sociais
Economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em Políticas de Educação
Colunista do Jornal Mundo Lusíada On Line e das emissoras Rádio 9 de Julho AM 1600 Khz e Cantareira FM 87,5 de São Paulo.

sábado, 13 de agosto de 2011

Como está sua memória? Você sabe que dia é hoje?

Hoje em dia, se eu não anoto tudo que que tenho que fazer, amarro tudo o que possa perder, penduro tudo que tenho que pagar na geladeira, não ponho avisos na porta, o que você perguntou, mesmo?

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Pactos e Rituais! (minha vida é um facebook aberto!)

Cenas de um casamento finlandês. Scenes from a Marriage Finnish.
A felicidade é linda! Happiness is beautiful!
Depois de muita luta... After much struggle ...


...um pacto de cumplicidade os levou à prisão perpétua...
 a pact of complicity led them to life imprisonment ...

...foram presos na Finlândia... were arrested in Finland ...
...com direito a visita íntima!
with the right to have
conjugal visits!

...mas, mereceram por bom comportamento um final feliz! (com liberdade condicional...)
... but for good behavior deserved a happy ending!
 (with supervised probation ...)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Hoje é Dia Internacional do Homem 15 de julho!

Vamos comemorar?


15 de julho.. Hoje é dia do HOMEM... Parabéns a todos os homens que têm atitudes de homens... Os marmanjos com atitudes de moleque, aguardem o dia das crianças!! ;)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ninguém aprende a perder!

Quem aprende a empreender, se torna um bom empreendedor. Que aprende a perder, se torna um bom perdedor!
Adversários também evoluem. Isso pode ser muito bom, principalmente pra eles!
No fundo, a vitória pessoal é a única que conforta. 
Ela é invisível, intransferível, e vem da alegria de continuar vivo, 
e da coragem de ir sempre pra luta!

domingo, 22 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Não basta ter coragem. É preciso performance de corajoso!!!


Luta assustadora: Gato vs Bola de Tênis
Não se preocupe. Ambos sobreviveram!

VÁ PRA CARTASE QUE O PARTA!

Conselhos inflamáveis. Mantenha distância!
@#$%&***!
Os que têm mais tempo a perder são os que têm a ganhar! No mínimo, mais uns anos de vida.
A paixão pelo que faz (por quem está junto!) é ser feliz.
Às vezes, a mudança da postura (ou, de quem está junto!), já é suficiente para a vida ficar mais saudável (simples assim?).
A maioria dos problemas dos computadores são resolvidos desligando-se a máquina; os problemas da vida, também. Nos casos mais graves, uma reformatação resolve.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Homo Link

 
Depois de aprendermos na escola tudo sobre os 
Homo Sapiens ,  
Homo Metrô-Sexual (aquele viado que encoxa as mina nos trens!)

Podemos imaginar que a nova espécie precisará de muito pouco, 
muito pouco mesmo, 
para suas (deles, nossas) necessidades:  
apenas um olho, uma mão e uma bunda! 
Isso será suficiente para o ser teclador que todos serão (seremos?).

Juntando TE + TI; Teoria da Eisten + Teoria de Darwin; Tecnologia de Jobs + Tecnologia de Gates; Lula + FHC; DW40 + KY; e alhos + bugalhos,  podemos deduzir numa elocubração mental paranóinca-paranormal, e, por que não dizer - esquizofrênica! que, o homem do futuro precisará de muito pouco para sobreviver num terreno inóspito e árido como será a Terra na Globo! O homem do futuro, como um ser adaptável que o é, (e será cada vez mais!) terá cada vez menos órgãos genitais suscetíveis de doenças. A única coisa essencial para o homem do futuro será: estar online!  Waldir Reis, fotógrafo, fotografou o homem do futuro: o Homo Link! Um olho, uma mão e uma bunda são suficientes para que a nova espécie tenha o que precisa para viver e comunicar-se! A reprodução se dará em série, claro, e tudo acontecerá online, em tempo real.  As viagens interplanetárias, inter-galáticas, e na maionese serão muito mais frequentes! Quem viver verá!

Marcha pela vida.

Com o preço dos funerais pela hora da morte, todos nós - adultos, velhos e crianças , devíamos fazer uma grande passeata pela vida,  e nos recursarmos termintemente a morrer até que os preços dos procedimentos funerários baixem!!! 
Suicídio, então, nem pensar. Nunca faça essa falta de educação com os que ficam pra pagar a conta!