quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Escolha o seu!



12% da população brasileira sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico.

http://www.stresscontrol.com

(metade dos problemas são relacionados ao sexo, a outra metade à falta!)

"A minha é maior que a sua!"


23 milhões de brasileiros têm algum transtorno mental

Da Agência Brasil

No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais comuns estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mentais ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o País destinou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura dos hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o porcentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva – com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais – tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O País conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o Brasil, há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

Fontes:
Folha.com
Sinapses Estadão.com

sábado, 9 de outubro de 2010

Caminho para Piripaque II - Aguardem o retorno!

Caminho para Piripaque. Sem rota de fuga ou saída de emergência!

- Uma foto vale mais que mil palavras de consolo!
- Esta foto não envelhecerá nos próximos dez mil dias!
- Eu sou o milionésimo, tricentésimo, septuagésimo sexto, da terceira fila, da esquerda para a direita! 
- Não adianta só participar, tem que reclamar um trilhão de vezes!
- No fim da estrada, todos sairemos desta para uma melhor...

Nota do editor:
1. Você sabe quando foi tirada essa foto?
2. Toda foto esterniza o momento, certo? Neste caso aconteceu o contrário: o momento eternizou a foto!
3. Como compositores que ficam famosos por 1 música, o feliz autor dessa foto ficará famoso por essa foto, pelo menos lá em casa!
4. Vingança de quem não pode viajar é rir de quem está no congestionamento da estrada!
5. E o retorno, então? Pra ir, todos vão aos poucos, pra voltar todos voltam ao mesmo tempo!
6. Bem feito! Quem manda ter dinheiro pra viajar. E não adianta querer ir de avião, não... Pode ser pior! No bom sentido, é claro!

domingo, 26 de setembro de 2010

Defenda-se! Jiu-Jitsu em Sampa - Seminário Demian em 2/10

Primeiro Seminário de Demian Maia no Brasil!
Cia Athletica da Rua Kansas, no Brooklin (SP) 
"Darei meu primeiro seminário no Brasil, após muitos pelo mundo! Em São Paulo, minha cidade! Sábado 2 de outubro na Cia Atlética do Brooklin"

Com direito a camiseta e Certificado de Participação!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dia mundial da camada de ozonio - Vamos comemorar?

ONU destaca importância do Protocolo de Montreal

... por 300 cientistas em menção ao Dia Internacional da Camada de Ozônio.... parceria com Organização Meteorológica Mundial (OMM), o buraco de ozônio que ...
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Arte a serviço da inteligência

Uma entrevista com o artista plástico Gino Baiense

Há muitos anos, o conceito de arte vem-se transformando, especialmente nos centros urbanos, onde a Arte invariavelmente alia-se a uma função social e prática. Vide música nos metrôs, barzinhos, intervenções performáticas teatrais nas praças, estátuas vivas, malabaristas de faróis, e a mais interferente aos olhos dos cidadãos: o grafiti, frequentemente confundido com sua prima mais rebelde – a pichação, que sofre uma dose de preconceito dos que consideram seu senso estético agredido pelo resultado sujo. Um sinal da falta de definição clara dos limites tanto do bom senso, bom gosto (?), quanto dos limites entre os direitos de uns e outros: de um lado a livre expressão desafiadora, do outro o direito do cidadão de não ter sua residência, estabelecimento, muro pichado de forma arbitrária. Essa discussão se prolongará por muito tempo certamente.


Mural criado pelo artista plástico Gino Baiense

Outra agressão que sofremos diariamente em São Paulo, é a quantidade de lixo e entulho espalhados pelas ruas, que em todos os bairros tem crescido assustadoramente.

O Bom Retiro, no centro, certamente é uma dos bairros campeões nesse quesito. Montanhas de sacos de lixo, restos de tecidos e detritos das centenas de confecções, restaurantes e residências do em torno da Rua José Paulino, além do descarte irresponsável de material de construção pelas esquinas, sofás, fogões, geladeiras, tudo que se possa imaginar que um ser urbano joga fora no dia a dia.

Eu passo diariamente pela Rua Anhaia e, na esquina da Silva Pinto, até dois meses atrás, acumulava-se lixo e entulho todos os dias. Moradores de rua, e até comerciantes irresponsáveis, colocavam fogo no material, o que ajudava a prejudicar mais ainda o nosso ar já tão sujo, além do risco de incêndio. Recentemente, os bombeiros foram chamados, tamanha a proporção que o fogo tomou. Triste.

Eis que, alguém teve uma iniciativa inteligente, criativa e barata: contratar um artista para criar um grafiti que iluminasse a esquina com cores claras,  tivesse o tema TREM (a esquina fica sob um pontilhão da CPTM, e a pintura do muro precisava de autorização), mesclado com o tema MODA, pois a iniciativa partiu das donas de uma das lojas vizinhas à esquina; e que ao mesmo tempo tivesse uma função profilática (se é que se pode ofender desse jeito uma obra de arte!)


Depois de terminado mural, nunca mais houve lixo no local

O resultado foi incrível! Se tivessem posto um segurança 24 horas por dia no local, talvez não tivessem o mesmo resultado! Nesses três meses, desde que a pintura foi concluída em julho, nunca mais foi deixada uma caixa de papelão sequer na calçada, e tornou-se mais agradável a espera do semáforo pra quem está de carro ou de ônibus.

E o mais impressionante: apesar de o muro ter 40% de sua área pintada de branco, nenhuma pichação apareceu. Ou seja: há uma ética informal vigente, que cria uma cumplicidade silenciosa,  que as pessoas comuns desconhecem, por estarem insensibilizadas às manifestações mais puras da relação humana com as sutilezas da Arte. Há um código de ética marginal de valores, em quem se expressa, que respeita toda ação sincera de inteligência artística. É um pacto invisível, onde a inteligência é soberana.

Se essas ações fossem ampliadas para todos os setores da sociedade com soluções simples para os problemas cotidianos, o sentido de cidadania seria mais elevado, e todos ganharíamos com uma cidade mais humana. Atitudes inteligentes sempre geram resultados satisfatórios.

Quem espera de um órgão público a solução imediata dos problemas cotidianos, invariavelmente se frustra, e desanima. Quem espera resolver os problemas com repressão, se desumaniza. Só que a não-ação condena todos a sofrerem as conseqüências. Então, cada um melhorando o seu espaço, já é uma grande contribuição para que a qualidade de vida da cidade melhore, e se economize dinheiro e energia.


Mais de dois meses de um muro claro e sem pichação!

Conversamos com o e criador do mural, o artista Verginio Baiense, que assina Gino, para saber como foi o processo, de quem partiu a idéia, e se já esperavam um resultado tão eficaz.

Entrevistas Exlusivas - Gino, quanto tempo você levou para a execução do mural?
Gino - Entre preparar o layout e pintar o muro, 10 dias
EE - Como você foi contratado?
Gino - Fui contratado por uma lojista, após uma indicação de um amigo que estava realizando um trabalho de reforma em sua loja que fica ao lado do muro.

EE - Quem financiou a obra?
Gino - Dividi com a loja os custos do trabalho.

EE - A quem pertence o muro?
Gino - Não sei ao certo se pertence a prefeitura ou a CPTM.

EE - Quem sugeriu o tema e as cores?
Gino - Foi um trabalho realizado em conjunto. Apresentei alguns rascunhos sugerindo as cores e as formas a serem pintadas, a partir daí, decidimos juntos com a loja e a CPTM o layout final.

EE - Você tem outros painéis pela cidade?
Gino - Não, é o primeiro trabalho que faço na cidade de São Paulo com essas proporções.

EE -Você não usa tintas tóxicas, por quê?
Gino - Utilizo sempre tintas a base de água, de preferência as acrílicas, são tintas menos agressivas à saúde.

EE - Você já teve problemas com pichadores?
Gino - Não, na maioria das vezes eles respeitam o trabalho de outro artista.

EE - Você sobrevive das artes plásticas?
Gino - Sim, mas com certa dificuldade.

EE - Conte um pouco da sua carreira.
Gino - Comecei a pintar aos 13 anos de idade, no início era apenas uma distração e aos poucos fui descobrindo que levava jeito.
Participei da colméia de pintores do Brasil de 1983 a 1987 na Quinta da Boa vista no RJ.
Dei aulas de desenho e pintura durante 3 anos (1987 a 1990) no Colégio Cenecista Dr. Pedro Jorge no Rio de Janeiro.
Fiz algumas exposições e participei de alguns movimentos artísticos como a passeata artística na Eco 92, onde doei um quadro para o fórum global da ONU, mas nada tão expressivo ou de grande repercussão.
EE - Quais seus próximos projetos?
Gino - Atualmente trabalho com decoração para quartos infantis na confecção de painéis, acessórios e pinturas artísticas, pretendo trabalhar também com ilustrações para livros de contos infanto-juvenis.

EE - Grato pela entrevista e muito boa sorte!
Gino - Obrigado.
Maiores informações sobre o artista:

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O futuro chega cada vez mais rápido!

Enviado por Fabio Borges


A garagem do seu prédio ainda  vai ser assim !!!

ESTA JÁ EXISTE EM MADRID,
veja no link abaixo.


http://www.woehr.de/de/projekte/madrid_m710/index.htm 

domingo, 22 de agosto de 2010

Vinte anos tentando desvendar o cérebro humano!

Entrevista
Dra. Rita Cardoso de Almeida Romero

20 Anos...

Uma história de superação.

Ela é farmacêutica, com várias especializações na área. Há 10 anos, comanda uma empresa próspera de manipulação de fórmulas destinadas à cura e ao bem estar. É casada há 33 anos, o marido é administrador e trabalha na área financeira; têm um casal de filhos: ela, dentista e ele, também formado em Farmácia, vive na Austrália.

Isso tudo, em si, já representaria a história de vida de uma mulher bem sucedida.

Mas, houve um período da vida dessa doutora, que tudo isso perdeu o sentido, e pior, tornou-se nada, um branco total, onde ela não reconhecia o marido, os filhos, e a si própria. Após um coma, por causa de um acidente doméstico, ela passou alguns anos sem distinguir claramente quem eram essas pessoas, e qual era a sua própria posição no mundo.

Depois de muitos anos de terapia intensiva, e grande incerteza sobre a extensão das sequelas, ela foi aos poucos retomando o comando da consciência, e passou a lutar contra os diagnósticos pessimistas que a colocariam na condição de deficiente, com sérias limitações.

Passou a estudar profundamente a partir de si própria os meandros das sinapses cerebrais que são determinantes para o desenvolvimento de toda e qualquer atividade de todo ser humano.

Hoje, quem conversa com a Dra. Rita Cardoso de Almeida Romero, não imagina o quanto a sua trajetória foi de superação. Sua fala calma e pausada demonstra a sabedoria de quem sabe o quanto é valioso o domínio dos sentidos, e das coisas mais simples e naturais, principalmente a saúde.

Nessa conversa com Entrevistas Exclusivas, um pouco dessa história de superação com final feliz pelo recomeço, pelo reencontro, pelo reaprendizado.

A Entrevista

EE - Dra. Rita, você pode falar sobre o dia que mudou a sua vida?

Dra. Rita – Sim, sem problemas.

EE - Você escolheu a medicina alternativa após esse episódio?

Dra. Rita – Sim, com certeza.

EE - Fale um pouco sobre a sua formação acadêmica.

Dra. Rita – Sou formada em nutrição, farmácia bioquímica, especialização em homeopatia, medicina chinesa / acupuntura, acupuntura estética, fitoterapia chinesa, terapeuta de diversas modalidades: reflexologia, cromoterapia, gemoterapia, florais, moxa, pedras quentes, cristais, eletroacupuntura, bioressonância.

EE - Em que medida a sua formação influenciou na pesquisa que você desenvolveu para retomar o domínio da própria vida?

Dra. Rita – Com o passar do tempo e com a evolução no meu quadro clínico com terapias alternativas, fui me aprofundando cada vez mais nos meus conhecimentos e estudos para conhecer melhor e saber qual é a melhor forma de se aplicar com os pacientes, de acordo com a necessidade e deficiência de cada um, que normalmente deixam de ser tratados da forma mais adequada e não uma de forma generalizada, sem levar em consideração a idade, as deficiências, o sexo, a sua estrutura física, etc de cada paciente; pois a minha linha de trabalho é de encontrar a "causa" do problema e não tratar apenas os sintomas.

EE - Como foi a presença da família nesse processo?

Dra. Rita – Ela foi muito importante no meu restabelecimento, embora eu tenha ficado totalmente desconectada do mundo e da realidade.

EE - Como a sua experiência pode ajudar pessoas que passaram pelo mesmo trauma?

Dra. Rita – Após meu traumatismo craniano, com 3 fraturas, um coagulo lateral no cérebro de 7 cm, entrei em coma, perda de 100 % da memória, perda total de olfato, de apetite e de paladar, fiquei aproximadamente 8 meses sem comer por não ter aceitação, emagreci 5 manequins, fiquei com extrema sensibilidade na visão (só podia andar de óculos escuros tanto de dia como de noite) e no ouvido também muito sensível a qualquer tipo de som, parei de fazer tudo que fazia neste período, não podia dirigir nem ficar ou sair sozinha.

Devido a todos estes problemas citados acima e dificuldades que tive de ajuda médica, pois apenas tentavam me tirar da crise, principalmente das dores horríveis de cabeça que eu tinha, que nem isso estavam conseguindo com analgésicos, sem se preocupar em trabalhar o paciente de todas alternativas possíveis para tentar uma melhora/cura do seu quadro clínico.

Por isso eu resolvi partir para as medicinas alternativas que foram na época homeopatia e acupuntura, onde comecei a perceber melhoras e evolução do meu quadro clínico, após ter ouvido dos médicos que eu teria que entrar em cirurgia num prazo de seis meses e sem recuperação das minhas sequelas e deficiências.

EE - Em que momento você resolver criar a sua farmácia de manipulação de fórmulas?

Dra. Rita – Eu gosto de resolver os problemas dos pacientes, manipulando as quantidades exatas para o período do tratamento, sem perdas e de serem feitas de acordo com as necessidades terapêuticas de cada paciente, com o objetivo de atender a meta de que o paciente possa tomar sua prescrição médica.

EE - Quais as dificuldades que você enfrentou até se firmar como uma empreendedora?

Dra. Rita – A maior delas foi a de encontrar funcionário que “queira trabalhar", de por a mão na massa e que se dedique ao seu trabalho e não o funcionário que queira apenas um trabalho e nada mais, ainda é uma batalha até hoje.

EE - Em que aspectos a manipulação de fórmulas se identifica ou se diferencia na alopatia e na homeopatia?

Dra. Rita – Apesar de serem procedimentos de manipulação totalmente diferentes entre eles, um lado que se identificam é de serem formulações prescritas de forma individual atendendo com dosagens diferenciadas com a necessidade de cada paciente, agregando-se manipular a quantidade certa de acordo com o período do tratamento, sem sobrar nada e sem gastos desnecessários.

Em relação a diferenças, na alopatia se trabalha com o produto químico (com a matéria) e em quantidades que podem chegar até bem significativas, enquanto na homeopatia trabalha-se apenas com a "energia”, sendo suas fontes: de minerais, de animais e de vegetais, sendo outra diferença em relação 'a ”dosagens" ---> onde o nome correto é ”potência", mas não é de concentração e sim de diluição, podendo estas potências serem decimais, centesimais, milesimais.

EE - Fale um pouco da sua Farmácia e quais os próximos passos para a sua realização plena como profissional?

Dra. Rita – Ampliar meu atendimento de "Atenção Farmacêutica" na farmácia, onde aproxima o relacionamento do paciente com o profissional para tomar de maneira correta seus medicamentos e sem exageros, de tirar dúvidas e passar esclarecimentos técnicos necessários.

EE - Muito obrigado pela entrevista! Esperamos que o seu depoimento sirva de motivação para tantos que se vêem sem força para enfrentar perdas, principalmente da própria saúde.

Dra. Rita – Com certeza, faço com maior prazer em orientar os pacientes da melhor maneira possível, caso alguém tenha alguma dúvida favor entrar em contato por e-mail: 
pharmaformulas@pharmaformulas.com.br, eu darei um retorno. 
Obrigada.

Dra Rita

Nota do editor:
A manipulação de fórmulas farmacêuticas é uma atividade antiga e que permite ao farmacêutico desempenhar seu papel diante da sociedade, assistindo ao paciente de forma individualizada e não coletiva, uma vez que as fórmulas manipuladas são prescritas conforme a individualidade do paciente, de acordo com suas necessidades terapêuticas particulares. (Saiba mais: Portal da EducaçãoFarmacologia)