terça-feira, 17 de agosto de 2010

Investigação sobre blogs: implicações entre literatura e mídia digital

Por Ana Carolina Coelho no Cronópios

Para os escritores, mais que um novo suporte para seus escritos, a Internet revelou-se um território de experimentação, com dinâmicas próprias de expressão, divulgação, leitura e comercialização. Dentre as ferramentas surgidas, uma que ganhou destaque foi o formato blog, que transforma o escritor em seu próprio editor. Uma pesquisa que vem sendo realizada para o doutorado em Comunicação Audiovisual da Universidade de Salamanca tem como propósito analisar estas questões da literatura na rede. A partir dos blogs de conteúdo literário (hospedados nos domínios Blogger e Wordpress), são levantadas interessantes reflexões sobre as intercessões entre literatura, mídia digital e copyleft.




         O objetivo desta pesquisa é analisar como a Internet se tornou um novo suporte comunicativo, tanto de produção como de destribuição de conteúdos para autores que mantém blogs literários e como estes autores acreditam que devem ser tratados os direitos de autor no ciberespaço. Afinal, o sistema clássico de edição ainda permanece como o veículo predileto para a publicação de material literário?

        
Se publicar é tornar algo público, com o alcance da Internet isto nunca foi tão real: hoje podemos tornar uma obra pública em todas as partes do mundo em apenas alguns segundos. A interação que acontece através do sistema de comentários presentes nos blogs ou em comunidades de redes sociais que discutem temas relacionados ao meio são um exemplo do que o teórico Henry Jenkins denomina de cultura participativa: uma cultura com relativamente baixas barreiras para a expressão artística, com um forte apoio a criação e ao seu intercâmbio. Desta forma, coloca-se a questão: como produzir dentro de um território livre por natureza e seguir pensando a partir de conceitos de autoria e de produção como foi feito até a chegada da Internet? O certo é que devemos pensar em um novo equilíbrio entre a liberdade individual e os direitos de autor.

        
A discussão que propomos nesta investigação apresentará dados significativos a respeito da literatura digital produzida atualmente no Brasil: o que pensa a nova geração de criadores literários que começaram sua carreira em meio a uma revolução midiática e social provocada pelas novas tecnologias de informação? Com os dados reunidos neste estudo, construiremos uma série de parámetros de medida para avaliar as possíveis implicações desta revolução no processo de publicação e distribuição da produção literária contemporânea.

        
Vivemos em meio a uma revolução cultural e ainda não podemos prever os efeitos derivados da mesma. Sabemos no entanto que as tecnologias de comunicação não conduzem apenas a novas formas de manifestação da cultura, mas também a redefinição da cultura mesma, uma vez que entendemos que a revolução midiática inclui também uma revolução social.



PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM DA PESQUISA
Caso publique narrativas de sua autoria num blog, está convidado a participar da pesquisa respondendo ao questionário que encontra-se disponível em:www.literaturaeculturalivre.blogspot.com

Ou diretamente através do link:
http://www.survs.com/survey/EF4V0T43LX




NOTA DA REDAÇÃO: O Cronópios, em parceria com a autora, irá publicar os resultados dessa pesquisa que é inédita no Brasil. Trata-se de um trabalho muito importante para todos nós que sabemos que a Literatura brasileira agora pulsa na rede. Participe você também respondendo ao questionário, são poucos campos para preenchimento. Muito obrigado!  (Pipol)
                                                 * * *
Ana Carolina Coelho é doutoranda em Comunicação na Universidade de Salamanca, Espanha,e realiza tese sobre literatura e blogs e direitos de autor no ciberespaço.
E-mail: 
olcoelhope@hotmail.com
Licença Creative Commons

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Fotografia de alta velocidade

Em bocaberta

O fotógrafo americano Alan Sailer é especialista em fotos de altíssima velocidade e criou uma série de fotografias incríveis de vários objetos explodindo com o impacto das balas de seu rifle de ar comprimido.

O momento em que a bala é cortada ao meio por uma lâmina.
A câmera é disparada por um feixe de laser num quarto escuro a uma distância de 20cm do alvo. Alan conta que o maior segredo para conseguir essas imagens é o flash, que ele mesmo desenvolveu. Segundo ele, os flashes comuns são muito lentos, cerca de um milésimo de segundo, já o seu, é de um milionésimo de segundo, velocidade essencial para esse tipo de foto.
Seus alvos são os mais variados, frutas, flores, enfeites natalinos, doces, entre outros e os resultados são impressionantes.

Na sua do página do Flickr, o fotógrafo ensina como construir o flash. Mas, um aviso, é extremamente perigoso pois, o capacitor principal trabalha com alta voltagem.

Fonte: Telegraph
Todas as fotos por: Alan Sailer

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

250 livros espalhados na cidade de São Paulo. Ache o seu!

Hierarquia de Adjetivos!

Frase na traseira de um furgão preso no trânsito congestionado:
"Tudo aquilo que um idiota diz que é urgente;
É algo que algum imbecíl não fez em tempo hábil;
E um otário tem que fazer em tempo recorde!" 


Frase na traseira de um caminhão preso no mesmo trânsito congestionado, no dia seguinte:
Fora da lei, mas dentro do horário!

Cinco dicas para escrever melhor

Escrever não é tão difícil. Já dizia Pablo Neruda: É só começar com uma letra maiúscula e terminar com um ponto final. No meio, você coloca ideias.

Por Fernando Luz em Webinsider

Ok. Na verdade, são apenas três. As outras duas você já conhece. Não contam. São os clichês dos (aprendizes de) escritores. Mas tão úteis e verdadeiras, que eu acho praticamente impossível alguém escrever bem sem segui-las. Aliás, vamos começar por elas.

1. Leia

Escrever é consequência da leitura. Você só vai ter vontade de escrever se ler. Eu, por exemplo, leio em média um livro por semana. Vez ou outra alguém me pergunta como arrumo tempo/paciência para isso. Meu segredo é: eu só leio o que gosto. E ponto. Não ligo pro que vão achar. No ano passado, li até Marley e Eu, só pra você ter ideia. Atualmente, estou lendo humor. Assim que acabar Cuca Fundida do Woody Allen, lerei o clássico Anedotas de Ari Toledo. O negócio é ler o que der na telha, sem ambição de agradar qualquer pseudo-intelectual formado em Letras.

2. Escreva

Não tenha medo do Word em branco. Escreva sobre qualquer coisa. Não fique à espera da Big Idea. Escreva sobre a vida. E sem medo de fazer feio. Alguns escritores chegam a refazer mais de dez vezes cada linha que redigem. Mesmo que você não sonhe em ser o novo Hemingway, escrever vai melhorar sua lógica e o modo como você se expressa, além de enriquecer seu vocábulo. Separe cinco minutos por dia e escreva. Faça isso todo dia. Em menos de um mês, você vai estar se comunicando melhor e, espero, escrevendo mais de cinco minutos.

3. Conheça as regras (para poder quebrá-las)

Uma gramática mediana custa uns dez reais. Compre uma. Você nem precisa lê-la inteira. É claro que se conseguir, melhor. Mas seja ao menos curioso. Aprenda a pontuar. Entenda um pouquinho de concordância e estrutura. Não é tão difícil quanto parece. E, depois de conhecer as regras e saber usá-las em seu favor, não tenha medo de quebrá-las. Vale tudo. Inventar palavras, inverter estruturas, pontuar demais, pontuar de menos. O teclado é seu e quem manda nele são seus dedos.

4. Anote ideias (no celular)

Eu nem vou falar para você comprar um moleskine. É muito caro. Pode usar o celular mesmo. O importante é não deixar as ideias escaparem. Se você for como eu, cinco segundos depois de ter a ideia que vai mudar sua vida e, quiçá, o mundo, vai esquecê-la. Daí a necessidade de sacar seu celular – que está sempre num(a) bolso(a) próximo(a) – e anotá-la. Claro, você vai ter que fazer sua ideia caber em alguns caracteres. Mas isso tem muito a ver com nossa última dica.

5. Sintetize – quem pensa mais escreve menos

É possível abreviar uma (boa) história em uma frase. Claro que você não precisa escrever em todo lugar como se estivesse no Twitter. Mas a escrita é a arte de cortar palavras. Como seria esse post em menos de 100 caracteres? “Para escrever melhor: Leia, Escreva, Conheça as Regras, Anote Ideias e Sintetize”. O que dizer no meio disso é transpiração. Contudo não é tão difícil. Já dizia Pablo Neruda: É só começar com uma letra maiúscula e terminar com um ponto final. No meio, você coloca ideias. [Webinsider]

terça-feira, 27 de julho de 2010

Reed Flute Cave, a caverna mais colorida do mundo

Reed Flute Cave é um dos pontos turísticos mais bonitos e famosos da China. A Caverna da Flauta de Bambu ou Ludi Yan, está localizada a noroeste da cidade Guilin, Guangxi, na China. Foi descoberta em 1940 por um grupo de refugiados e pode ter mais de 180 milhões de anos.

A grande caverna possui 240 metros e é nela que está uma incrível coleção de paisagens coloridas. Parece ser uma terra encantada, com direito a lago em seu interior, estalactites, estalagmites, cascatas de pedra, pássaros, animais e plantas moldadas em fantásticas formas e cores.
Ao entrar na gruta, visitantes e turistas de todo o mundo perdem o fôlego com o show de cores e tanta beleza.
A caverna foi aberta ao público em 1962 e está equipada com um sistema de iluminação artificial, para realçar ainda mais o efeito visual da gruta.
Aprecie algumas fotos desse lugar mágico na China.







































































































































































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Exercícios  Dialéticos e  Reflexões Automotivas
Exercícios dialéticos e reflexões automotivas; recall de idéias e automotivação para sobrevivência em metrópoles.
Lugar pra quem tem o que falar no celular, no trânsito, ao chefe, para o companheiro (a), para o padre, para o pastor, para o rabino, para o médico, para o psiquiatra, para os amigos, para os inimigos; e não consegue!!! 
Se você é covarde o suficiente para mudar, junte-se a nós: meu laptop e eu, e juntos chegaremos a lugar nenhum!
Nada como um dia após o outro, com um monte de problemas tecnológicos no meio!
Uma luz no fim do túnel.
Dentro, muito medo!

Volte sempre:
"A vida sempre apresenta uma luz no fim do túnel, o problema é que dentro dele dá muito medo, e a gente nunca sabe quando vai sair!" 

domingo, 25 de julho de 2010

Acompanhe a Campus Party pelo mundo!


Em agosto aconteceu a Campus Party Valência. Todos puderam acompanhar todos os conteúdos ao vivo graças à Campus TV. Assista aqui os vídeos em nossa página web e selecione as conferências, mesas redondas e palestras que mais lhe interessam para não perder nenhuma delas.

Você também pode acompanhar todas as novidades da Campus Party Valência e das próximas edições através dos canais oficiais: web, blog, Twitter, Facebook, Youtube e Flickr.
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Nada como um dia após o outro, com um monte de problemas tecnológicos no meio!
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Dentro, muito medo!

Volte sempre:
"A vida sempre apresenta uma luz no fim do túnel, o problema é que dentro dele dá muito medo, e a gente nunca sabe quando vai sair!"