quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
TRAGÉDIAS PREVISÍVEIS
por David Neto
Algumas tragédias são previsíveis (Angra dos Reis). Outras estão prestes a eclodir em razão da inaceitável tragédia brasileira que é a ignorância, o desleixo com o bem publico, a malversação dos recursos econômicos, a ausência absoluta de programas e projetos consistentes, de planejamentos estratégicos de médio e longo prazos, do total desrespeito à vida humana, enfim, da incompetência e da corrupção que envolvem e fazem parte da cultura de parte substanciosa dos gestores públicos nos seus mais diversos níveis. Contudo, a maior tragédia de todas é a impunidade que acoberta, protege e garante na sua máxima plenitude os poderosos brasileiros, os únicos responsáveis pelas desgraças e mortes com as quais somos obrigados a conviver ano após ano.
Davi Neto é Médico, Radialista e Jornalista. MBA em Esconomia e Gestão de Saúde - UNIFESP (Universidade Feseral de S. Paulo). Ex-Secretário de Saúde e Medicina Preventiva. Apresenta com Raul Jafet, o programa Quebranco a Banca, Rádio Record AM 1000, segundas e sextas, a partir das 22:00hs.
Algumas tragédias são previsíveis (Angra dos Reis). Outras estão prestes a eclodir em razão da inaceitável tragédia brasileira que é a ignorância, o desleixo com o bem publico, a malversação dos recursos econômicos, a ausência absoluta de programas e projetos consistentes, de planejamentos estratégicos de médio e longo prazos, do total desrespeito à vida humana, enfim, da incompetência e da corrupção que envolvem e fazem parte da cultura de parte substanciosa dos gestores públicos nos seus mais diversos níveis. Contudo, a maior tragédia de todas é a impunidade que acoberta, protege e garante na sua máxima plenitude os poderosos brasileiros, os únicos responsáveis pelas desgraças e mortes com as quais somos obrigados a conviver ano após ano.
Davi Neto é Médico, Radialista e Jornalista. MBA em Esconomia e Gestão de Saúde - UNIFESP (Universidade Feseral de S. Paulo). Ex-Secretário de Saúde e Medicina Preventiva. Apresenta com Raul Jafet, o programa Quebranco a Banca, Rádio Record AM 1000, segundas e sextas, a partir das 22:00hs.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
2010!
Um ano cheio de Harmonia, Melodia e Ritmo, Belas Viagens, Grandes Vitórias, Saúde, Amores...(e o dinheiro necessário pra curtir tudo isso!).
Assinado: NICOLAU, em tratamento de canal
Assinado: NICOLAU, em tratamento de canal
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Avatar mais que um filme, um marco.
por Eleni Rosa
Sabe quando toda mídia começa a divulgar uma novidade do mundo do entretenimento? A TV entrevista o diretor, ‘busdoor’ estampa o cartaz do filme, revistas avisam a estréia, um verdadeiro burburinho. Assim ocorreu com Avatar.
Era impossível não entrar em estado de frisson para adquirir tal objeto de desejo. Um filme cheio de efeitos especiais, em 3D e dirigido por James Camerom, o mesmo de Titanic e Alien. O filme prometia.
Ter uma ideia a partir do Second Life... Todos sabem o que é Second Life? – ambiente virtual, tridimensional e que simula a vida real e social do ser humano, criado em 1999, mas só foi desenvolvido em 2003. Pode ser encarado como um jogo, um comércio virtual ou uma rede social. O nome significa em inglês "segunda vida", que pode ser interpretado como uma "vida paralela", ou uma vida além da vida "real". Após as explicações meramente denotativas, é possivel desconfiar porque uma mente brilhante iria se interessar por um roteiro que tratasse dessa questão, enxergando além dos computadores e olhando um futuro além da imaginação.
Ah! Para entrar no ritmo da coisa, uma resumidíssima sinópse: Em 2154, a Terra está morrendo e para os humanos sobreveverem é preciso adquirir um mineral denominado ‘unobtainium’, que só existe na lua de Pandora, aonde habitam os Na’Vi, seres extra terrestres. Um ex-fuzileiro, parcialmente incapacitado, Jake Sully (Sam Worthengton) toma o lugar de seu irmão, morto, e se insere na expedição da pesquisadora interpretada por Sigouney Weaver. Eles se utilizam de um avatar – um corpo criado em laboratório através do DNA humano e dos Na’Vi – para desvendar os segredos de Pandora, pretendendo fazer a ligação entre os seus habitantes e a Terra. Mas nem tudo ocorre como o planejado, pois lá ele redescobre a vida, a liberdade e o amor, claro!
Como já mencionei o filme, na maioria das salas, está disponível em 3D. Permitam-me uma vírgula - A minha primeira vez em 3D. Fiquei apavorada da obrigatoriedade de usar óculos durante mais de duas horas seguidas, pois odeio esses acessórios tão bem quistos pelo mundo fashion. Óculos, só por obrigação, para deter-me a uma boa leitura, achar-me em um cardápio ou em uma bula. Na sala, sem alternativas, coloquei a parafernália estranha no rosto, demorou alguns minutos para que a adaptação fosse concretizada, mas de repente estava enxergando sem restrições. Senti-me parte da película, aquele mundo mágico, colorido, saracoteava suas folhagens e flores bem no meu nariz, assim como as armas estranhas e gigantes - essas eram tão perto e reais que tive a sensação que seria atingida por algum projétil. O 3D nos dá uma percepção diferenciada, parece que as pessoas que surgem na tela simplesmente estão sentadas na poltrona a minha frente.
Mas voltando ao que interessa. O diferencial do trailer, além dos maravilhosos efeitos especiais, o roteiro muito bem amarrado, encontra-se na sua função realista. O mundo paralelo da história nos lembra as nossas guerras mais recentes e degradantes, como o confronto do Iraque. No Brasil, o lançamento do filme caiu exatamente no fim da reunião do COP 15, em Copenhagen - a reunião mais importante de 2009, com a má e boa vontade das maiores e menores nações do planeta tentando achar um meio termo para controlar o ‘efeito estufa’, as intempéries climáticas e salvar o planeta. O filme nos traz um pouco de consciência sócio-ambiental. Certamente, a película não lembra as convencionais fitas de blockbustes.
Um ponto importante dessa excepcional filmagem está na nostalgia revelada para alguns cinéfilos. A película nos remete a outras obras que marcaram o cinema futurista e de ficção: Alien, Star Wars e Matrix faz parte do leque, pois muitas cenas relembram tais montagens. O ícone da ficção está presente na figura da atriz Sigouney Weaver, a Ripley, que marcou uma geração com sua atuação em Alien. Outro dado, que nos remete ao passado, é a luta do mocinho e do bandido, utilizando lembranças das grandes rixas das histórias em quadrinhos - com seus super-heróis e seus vilões nas peles dos sargentos, tenentes e outras patentes das forças armadas - o incrível Hulk sabe o que estou falando.
O filme vale cada segundo, cada centavo, ou qualquer dorzinha de cabeça após a retirada dos óculos especiais, é simplesmente o máximo
do blog Pinceladas Culturais
Eleni Rosa
Jornalista. Com especialização em Jornalismo Cultural.
Mensagens subliminares no filme Avatar
Publicado em por apocalipsetotal
Resumo: Avatar, Um dos filmes mais rentáveis fabricado pelo sistema babilônico americano de entretenimento (Ap 18:22), não tem como meta apenas motivar a consciência ambiental através da tecnologia 3D, mas também ensinar de forma subliminar os ensinamentos de Krishna que anunciam a chegada do oitavo manifestante solar ( AP 17:8 ) e o seu executivo mundial para supostamente salvarem a ” mamãe” terra.
A palavra avatar significa uma série de manifestações ou reencarnações do deus Vishnu (mais um dos nomes de utilizados para representar satanás). No caso desse filme, Vishnu se manifesta como Krhisna, mas não como o segundo rei darevelação progressiva ; e sim como o oitavo através do seu poder cósmico que tem a função de gerar o executivo mundial (vulgo Anticristo).
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
IBGE: 104,7 milhões de brasileiros não usam internet!!! (ainda!)
Brasil tem a maior delegação em Copenhague (Oba!!!)
Anja Niedringhaus/ AP
Delegado observa globo gigante que mostra aquecimento dos oceanos
Segundo uma lista divulgada pela organização da conferência nesta quarta-feira, com dados atualizados de todas as delegações até o dia 4 de dezembro, o Brasil tem 743 pessoas credenciadas para participar do encontro na capital dinamarquesa. Como base de comparação, a China tem 233 nomes e os Estados Unidos, 195. México e Índia, países emergentes como o Brasil, apresentaram uma lista de credenciamento com 31 e 55 pessoas, respectivamente.
"A nossa delegação é maior do que o habitual. Há credenciados e não credenciados, e não se sabe se todos virão", afirmou nesta quarta-feira o embaixador extraordinário para mudanças climáticas do Itamaraty, Sérgio Serra, em entrevista ao Último Segundo.
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Delegado observa globo gigante que mostra aquecimento dos oceanos
Segundo uma lista divulgada pela organização da conferência nesta quarta-feira, com dados atualizados de todas as delegações até o dia 4 de dezembro, o Brasil tem 743 pessoas credenciadas para participar do encontro na capital dinamarquesa. Como base de comparação, a China tem 233 nomes e os Estados Unidos, 195. México e Índia, países emergentes como o Brasil, apresentaram uma lista de credenciamento com 31 e 55 pessoas, respectivamente.
"A nossa delegação é maior do que o habitual. Há credenciados e não credenciados, e não se sabe se todos virão", afirmou nesta quarta-feira o embaixador extraordinário para mudanças climáticas do Itamaraty, Sérgio Serra, em entrevista ao Último Segundo.
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Notícia importante de Compenhague!!!
Abril - São Paulo,SP,Brazil "Como prefeita, eu tenho o direito de decidir qual a imagem de Copenhague vai ser mostrada durante a reunião de cúpula. Eu acho que é lamentável você poder ...(leia...) |
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Choro Brasileiro de Graça! Toda quarta, 21h
O grupo Choro da Casa, apresenta-se gratuitamente todas as quartas-feiras no Teatro Coletivo. As apresentações ocorrem em um espaço bem aconchegante e descontraído, com direito à cerveja e pista de dança! A formação em sexteto está especial e conta com músicos da pesada.
Não percam!
Flauta (Sergio Audi), Violão (Diego Maia), Violão de 7 (Carlinhos Amaral), Cavaco (Marcel Martins), Piano (Felipe Soares), Percussão (Pimpa)
Serviço:
Show: Choro da Casa
Data: todas as quartas-feiras
Horário: 21h
Local: Teatro Coletivo (Rua da Consolação, 1623 – tel. 3255.5922)
Capacidade: 130 lugares
Censura: livre
Preço: Entrada Franca
Não percam!
Flauta (Sergio Audi), Violão (Diego Maia), Violão de 7 (Carlinhos Amaral), Cavaco (Marcel Martins), Piano (Felipe Soares), Percussão (Pimpa)
Serviço:
Show: Choro da Casa
Data: todas as quartas-feiras
Horário: 21h
Local: Teatro Coletivo (Rua da Consolação, 1623 – tel. 3255.5922)
Capacidade: 130 lugares
Censura: livre
Preço: Entrada Franca
OFICINA DA PALAVRA - CASA MÁRIO DE ANDRADE CONVIDA
PALESTRA “A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA DURANTE A 2ª GERRA MUNDIAL”
Esta atividade visa apresentar as peças criadas pelos combatentes na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, as músicas difundidas pelos músicos militares e pelas transmissões de rádio da FEB naquele país, os hinos que estimularam as ações patrióticas dos brasileiros em território nacional, e, principalmente, os discos comerciais de música popular lançados nos anos em que o país participou efetivamente do conflito (1942-1945).
Coordenação: Maria Elisa Pereira
Musicista e historiadora. Sua dissertação de mestrado sobre Mário de Andrade: e a formação da nacionalidade foi premiada e publicada pela Editora da UNESP com o título “Lundu do escritor difícil”, em 2007.
26/11 - quinta-feira - 19h30 às 21h
Inscrições e informações pelo telefone (11) 3666-5803
Entrada franca
Local:
Oficina da Palavra - Casa Mário de Andrade
Rua Lopes Chaves, 546 - Barra Funda São Paulo/SP
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A origem das espécies e o fim do mundo
no Amálgama
Claro, resultou em briga, briga essa que já fora iniciada com Galilei e Newton – este último unificou, pela primeira vez e de forma indelével, explicações sobre fenômenos que ocorriam nos céus e no nosso mundano mundo – e de que Darwin não se esquivou ou comprou; seu livro foi muito influente pra época porque escrito para o público leigo, diferente da obra de Newton, por exemplo, que requeria certo refinamento matemático pra que fosse devidamente apreciada. Darwin fez com os seres vivos, como classe, o que Galilei e Newton fizeram com a Terra: tirou-nos de vez de nossa posição especial no Cosmos.
Há uma quantidade enorme de informações sobre Darwin espalhada pela internet e mesmo aqui no Amálgama e, a julgar pela qualidade dos comentários que surgem pra cada postagem, o assunto precisa ser continuamente exposto e debatido. Interessante que mesmo não tendo lido nada de Darwin, todos pretendem discutir sua obra e contradizer suas conclusões. Em geral, tropeçam nas ferramentas usadas por Darwin e tantos outros cientistas. “Não é à toa que chamam isso teoria,” insistem. Verdade, teoria, mas quantos por aí sabem o que é uma teoria científica? Que fique claro, é importante: a obra de Darwin nasce de observações feitas pelo inglês durante expedição pelo mundo, por experimentos e, como não podia deixar de ser no meio científico, pela troca de informações com outros estudiosos (falei rapidamente sobre essa troca em texto sobre o uso de outras mídias sociais).
Como uma teoria científica, as ideias de Darwin podem ser colocadas abaixo, em favor de outra teoria que se adeque melhor aos fatos: o progresso científico, diferente dos preceitos religiosos, envolve testes e discussões e, mais importante, quem pode dar a resposta final a uma questão é apenas a natureza ou, em outras palavras, os fatos. Por mais estranha que possa ser a natureza, é a teoria que deve se encaixar nela, e não o contrário; em outras palavras – só pra dar alguns exemplos –, se a Terra foi criada há 5 mil anos, não deveria ser possível encontrar fósseis de datas anteriores, e se não há evolução e adaptação através das gerações, então deveria haver fósseis de coelhos e homens com a mesma idade que os de dinossauros. As teorias científicas caem por terra e são substituídas por outras melhores; elas devem explicar a natureza, os fatos, diferente dos dogmas religiosos, que pretendem fazer com que os fatos se adequem à natureza (e pensar que Galilei, que disse que a Terra não era o centro do Universo, foi perdoado pelo papa há bem poucos anos).
Este ano, este aniversário, não deveria acontecer. Nosso planeta deveria ter sido varrido da existência muitas e muitas vezes; astrólogos e religiosos vêm fazendo profecias que falham, década após século após milênio, seguidamente. Tais declarações não têm fundamentação científica, como aquela dos Maias que preveem o fim do mundo pra daqui a 2 anos, logo não podem ser consideradas como teorias científicas. Uma das mais atuais declarações de que o mundo viria a acabar ganhou muita atenção ano passado, quando o novo colisor de partículas do CERN estava para ser ligado. Este colisor acelera prótons a altas velocidades e os colide uns contra outros, permitindo que físicos do mundo inteiro investiguem a estrutura da matéria. Diante do início dos experimentos, bradaram: “Este colisor provocará o fim do mundo!”
Bobagem. Colisões como aquelas que acontecerão, sob controle, dentro do detector ATLAS, do LHC, acontecem rotineiramente no universo e até mesmo em regiões próximas à Terra, sem maiores prejuízos pra espécie humana. A diferença está no controle, não na distância: se podemos realizar o experimento em ambiente controlado, temos a possibilidade de coletar informações de maneira também controlada. Grosseiramente, é como a diferença entre pegar um bife na geladeira ou sair pra caçar quando se quer comer. Coletar informações é chave para a aplicação do método científico: elas nos possibilitam criar novas teorias científicas a respeito de nossa existência ou, quem sabe, reforçar as teorias existentes (difícil, já que o modelo padrão que descreve o comportamento das partículas elementares já se mostrou insuficiente pra explicar os fatos conhecidos).
Entrei por uma perna de pinto e saí por uma perna de pato: do aniversário de uma das principais obras científicas já publicadas, passando pela necessidade de um método e ferramentas que validem ideias, podemos concluir que há, sim, algum método nas teorias que preveem o fim do mundo: passada a data, deixamos pra lá e a teoria apocalíptica torna-se bobagem. O LHC falhou em nos destruir ano passado, em seu período de testes. Acaba de ser religado, após mais de um ano passando por reparos e adequações, e já deixamos de lado a possibilidade de que os experimentos no colisor venham a trazer nosso fim. Graças.
Leia também:
terça-feira, 17 de novembro de 2009
A OFICINA DA PALAVRA – CASA MÁRIO DE ANDRADE convida
CICLO DE DEBATES “AS EXPRESSÕES ARTÍSTICAS DO FUTEBOL”
Tema Futebol e Literatura
Mediação: Manuel da Costa Pinto
Convidados: José Miguel Wisnik e José Roberto Torero
19/11 - 19h às 21hInscrições e informações pelo telefone (11) 3666-5803
Entrada Franca
Local:
Oficina da Palavra – Casa Mário de Andrade
Rua Lopes Chaves, 546, Barra Funda – São Paulo/SP
Próximo ao Metrô Marechal Deodoro
Sinopse
Sinopse
Além do confronto esportivo, o futebol pode ser visto como um campo das emoções e paixões humanas. Grande metáfora do jogo da vida, o futebol está inserido nas mais diversas expressões artísticas. O ciclo de debates “Expressões Artísticas do Futebol” tem por objetivo fazer uma reflexão sobre as conexões e influências que o futebol exerce nas artes, mais especificamente na música, no teatro e literatura.
Manuel da Costa Pinto jornalista, Crítico Literário do Jornal Folha de São Paulo, Mestre em Teoria Literária na Universidade de São Paulo, diretor do programa Entrelinhas da TV Cultura.
José Miguel Wisnik: professor de Teoria Literária na USP e também um dos grandes compositores da atualidade. Com os olhos voltados para a música, uniu em seu mestrado e doutorado literatura e música.
José Roberto Torero: formado em Letras e Jornalismo é autor de treze livros (como "O Chalaça"), escreveu roteiros para cinema (como "Pequeno Dicionário Amoroso) e para tevê ("Retrato Falado"). Escreve sobre futebol no jornal Folha de São Paulo desde 1998.
Manuel da Costa Pinto jornalista, Crítico Literário do Jornal Folha de São Paulo, Mestre em Teoria Literária na Universidade de São Paulo, diretor do programa Entrelinhas da TV Cultura.
José Miguel Wisnik: professor de Teoria Literária na USP e também um dos grandes compositores da atualidade. Com os olhos voltados para a música, uniu em seu mestrado e doutorado literatura e música.
José Roberto Torero: formado em Letras e Jornalismo é autor de treze livros (como "O Chalaça"), escreveu roteiros para cinema (como "Pequeno Dicionário Amoroso) e para tevê ("Retrato Falado"). Escreve sobre futebol no jornal Folha de São Paulo desde 1998.
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