O programa de Eron Pinheiro completou 1 ano em outubro. O radialista, que em 27 anos na profissão passou por diversas rádios de São Paulo, agora comanda de segunda a sexta, das 10 às 13 hs, seu próprio programa, levando música, informação e recebendo convidados.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Entrevista de Guto Maia para Programa Dia a Dia, de Eron Pinheiro
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Últimas pesquisas científicas confirmam!!!
Quem consegue chegar com saúde na terceira idade, percebe que SEXO depois dos sessenta continua exatamente como quando tinha 20 anos: com quatro letras!!!
Já para os americanos a quantidade é menor: três apenas.
Já para os americanos a quantidade é menor: três apenas.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Brincadeira do Neurônio: até você consegue! Inteligência é democrática!
BRINCADEIRA DO NEURÔNIO
Passo a passo
Passo 1 - Como é a Brincadeira:
- Público-alvo: Todas as idades, basta ter pelo menos 1 NEURÔNIO.
- Público-alvo: Todas as idades, basta ter pelo menos 1 NEURÔNIO.
- NEURÔNIO: qualquer CAIXA DE FAZER BARULHO.
- A proposta é que cada participante construa o seu próprio NEURÔNIO.
- E, um NEURÔNIO a mais para dar de presente para alguém.
- Qualquer material serve para construir um NEURÔNIO.
- Qualquer formato e tamanho de NEURÔNIO também servem para a brincadeira.
- Nós fizemos os nossos NEURÔNIOS com canos de tecelagem, garrafas, tampinhas de plástico e pedrinhas de aquário.
- NEURÔNIO marca o ritmo e faz conexão com outros NEURÔNIOS.
- NEURÔNIO inventa sons e coreografias dentro de uma CANÇÃO conhecida.
- NEURÔNIO interage e estimula os outros NEURÔNIOS.
- Na BRINCADEIRA DO NEURÔNIO ninguém pode ficar parado só assistindo: todos têm que participar.
- Quem não tem NEURÔNIO, bate palma, canta, dança ou se mexe.
Qualquer formato, qualquer material serve pra fazer uma Caixa de Barulho (NEURÔNIO). |
Passo 3 - Como ter o seu NEURÔNIO: crie um com a sua cara!
Qualquer coisa que faz som serve para ser NEURÔNIO.
- Todo mundo pode construir vários NEURÔNIOS e distribuir para os amigos.
- O NEURÔNIO mais valioso é aquele que é ganho de quem gosta da gente.
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É muito estimulante ver alguém concentrado conhecendo o seu Neurônio... |
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... e uma alegria ver todos utilizando os Neurônios que ganharam! |
Passo 4 - Como cuidar do seu NEURÔNIO:
- O NEURÔNIO é um instrumento que só existe se alguém tocá-lo. Procure exercitar diariamente o ritmo do seu.
- O NEURÔNIO é um instrumento que só existe se alguém tocá-lo. Procure exercitar diariamente o ritmo do seu.
- Construa novos NEURÔNIOS e dê de presente para os amigos.
- Personalize o seu NEURÔNIO, desenhando, pintando, com colagens. Dê vida a ele.
- Disponibilize e estimule todos a compartilhar os seus NEURÔNIOS com todo mundo.
- Invente formas criativas e originais de usar o seu NEURÔNIO em outras atividades, tendo pelo menos uma boa ideia por dia.
- Invente formas criativas e originais de usar o seu NEURÔNIO em outras atividades, tendo pelo menos uma boa ideia por dia.
- E, sobretudo, mantenha o seu NEURÔNIO alegre.
![]() |
A Brincadeira do Neurônio estreou na Festa de 3 anos do PIÁ (Programa de Iniciação Artística) da Biblioteca Narbal Fontes, em São Paulo, em 13 de setembro de 2014, com a música do Dois do Brasil. |
http://doisdobrasil.com/neuronio.php
AGRADECIMENTOS
Equipiá 2014:
- Verônica S. Pereira (Artes Visuais)
- Luci Savassa (Teatro)
- Ciça Coutinho (Dança)
- Jacqueline Oshima Franco (Música)
Outros artistas-educadores que já passaram pela Biblioteca Narbal Fontes:
- Liliana Olivan, Marko Concá, Juliana Rosa,Sidmar Gomes, Andressa Francelino, Verônica S. Pereira, Ruba Ruy Borba, Daniela Alves.
PIÁ (Programa de Iniciação Artística): http://bit.ly/1BL9UHI
Biblioteca Narbal Fontes: http://bit.ly/Zpaddu
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Vexame!
Quando um país inteiro sente-se envergonhado por causa de alguns, cabe uma ação coletiva por danos morais? Contra quem?
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O futuro dos jornais no Digestivo Cultural
Como os jornais vão se salvar
>>> Por mais que a internet ganhe espaço em detrimento dos jornais impressos, o jornalismo, principalmente o bom jornalismo, não vai acabar. A notícia continuará sendo um produto valioso e que gera interesse. E se a notícia vai continuar sendo um produto rentável, haverá quem a produza e, como em qualquer ramo comercial, quem o fizer da melhor maneira se sobressairá.
por Luiz Rebinski Junior
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Jornal: o cadáver impresso
>>> A mídia impressa vai perdendo rapidamente seus consumidores. Ninguém mais quer pagar por
uma notícia que pode ter de graça. O jornal se transformou num anãozinho depois que a internet foi inventada. E quanto mais o tempo passa, menor ele vai se tornando. E maior vai se tornando a internet. A questão da significância da imprensa impressa tem seus dias contados. Doa a quem doer.
por Jardel Dias Cavalcanti
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Por que não leio mais jornais
>>> O título desta coluna poderia ser, também, "por que não leio mais jornais e leio só uma revista". É que, ao menos para mim, é fato que ler jornais e revistas já não tem a menor importância há algum tempo. Não tenho aqui nenhuma pretensão de desprezar esses veículos, muito menos desmerecer seu trabalho. Mas o fato é que há alguns anos diminuí minha leitura dessas mídias.
por Rafael Fernandes
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Fim dos jornais, não do jornalismo
>>> Um dos problemas de estar no meio de uma revolução em curso é que nossa excitação com o futuro embota a percepção em relação ao presente. Por isso, na discussão que existe hoje sobre o fim dos jornais, faço questão de manter um pé em cada lado. Consigo entender a euforia dos blogueiros, mas também a estratégia de um jornal ou revista que fecha seu conteúdo para assinantes.
por Marta Barcellos
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Evolução e Adaptação da Imprensa Escrita
>>> Criada a internet, desenvolvido seu aspecto informativo e alguns jornalistas arregaçando as mangas em seus blogs, há quem trate a imprensa escrita qual cadáver iminente. Mas ela não acabará. Não acabará e alcançará um público cada vez maior através da especialização das publicações. As empresas é que precisarão adequar-se, inclusive no porte, à nova realidade.
por Ricardo de Mattos
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Tendênciaa na Web,
os frasistas são gênios genéricos que nos ajudam muito! São excelentes placebos para as doenças da alma..
Cada um com seu cada qual, cada qual com seu igual. Todos com todos. Opostos se atraem. Se alimentam, se amam. Só os ímpios locupletam-se.
Atirar pra todo lado, sim, vale, desde que se perca tempo bastante fazendo a mira. (Nicoalu)
>>> Por mais que a internet ganhe espaço em detrimento dos jornais impressos, o jornalismo, principalmente o bom jornalismo, não vai acabar. A notícia continuará sendo um produto valioso e que gera interesse. E se a notícia vai continuar sendo um produto rentável, haverá quem a produza e, como em qualquer ramo comercial, quem o fizer da melhor maneira se sobressairá.
por Luiz Rebinski Junior
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Jornal: o cadáver impresso
>>> A mídia impressa vai perdendo rapidamente seus consumidores. Ninguém mais quer pagar por
uma notícia que pode ter de graça. O jornal se transformou num anãozinho depois que a internet foi inventada. E quanto mais o tempo passa, menor ele vai se tornando. E maior vai se tornando a internet. A questão da significância da imprensa impressa tem seus dias contados. Doa a quem doer.
por Jardel Dias Cavalcanti
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Por que não leio mais jornais
>>> O título desta coluna poderia ser, também, "por que não leio mais jornais e leio só uma revista". É que, ao menos para mim, é fato que ler jornais e revistas já não tem a menor importância há algum tempo. Não tenho aqui nenhuma pretensão de desprezar esses veículos, muito menos desmerecer seu trabalho. Mas o fato é que há alguns anos diminuí minha leitura dessas mídias.
por Rafael Fernandes
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Fim dos jornais, não do jornalismo
>>> Um dos problemas de estar no meio de uma revolução em curso é que nossa excitação com o futuro embota a percepção em relação ao presente. Por isso, na discussão que existe hoje sobre o fim dos jornais, faço questão de manter um pé em cada lado. Consigo entender a euforia dos blogueiros, mas também a estratégia de um jornal ou revista que fecha seu conteúdo para assinantes.
por Marta Barcellos
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Evolução e Adaptação da Imprensa Escrita
>>> Criada a internet, desenvolvido seu aspecto informativo e alguns jornalistas arregaçando as mangas em seus blogs, há quem trate a imprensa escrita qual cadáver iminente. Mas ela não acabará. Não acabará e alcançará um público cada vez maior através da especialização das publicações. As empresas é que precisarão adequar-se, inclusive no porte, à nova realidade.
por Ricardo de Mattos
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Tendênciaa na Web,
os frasistas são gênios genéricos que nos ajudam muito! São excelentes placebos para as doenças da alma..
Cada um com seu cada qual, cada qual com seu igual. Todos com todos. Opostos se atraem. Se alimentam, se amam. Só os ímpios locupletam-se.
Atirar pra todo lado, sim, vale, desde que se perca tempo bastante fazendo a mira. (Nicoalu)
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Dia Mundial da Voz - 16 de abril
Solte a sua VOZ!
A Voz Humana
Consiste de 69 cordas vocais.
Ao emitir um som vocal, o ser humano usa suas cordas vocais para falar, cantar, gargalhar, chorar, gritar, etc. Sua frequência varia entre 50 e 3400 Hz .
De modo geral, o mecanismo sonador vocal humano pode ser subdividido em três fontes: os pulmões, as pregas vocais dentro da laringe e sistema operacional dos articuladores - lábios , língua, dentes, palato duro, véu palatar e mandíbula .
O Pulmão produz um fluxo de ar, que funciona como um combustível propulsor da voz, que é expulso pelo diafragma e passa pelas pregas vocais, que vibram e transformam esse ar em pulsos sonoros, formadores da fonte de som da larínge. Os músculos da laringe ajustam a duração e a tensão das pregas vocais para adequar a altura e o tom .
Os articuladores articulam e filtram o som emanado pela laringe e até certo ponto podem interagir com o fluxo de ar para fortalecê-lo ou enfraquecê-lo como fonte do som.
As pregas vocais, juntamente com os articuladores, são capazes de produzir combinações altamente intrincadas.
O tom da voz pode ser modificado pelas emoções como raiva, surpresa e felicidade.
Cantores usam a voz humana para criar Música. Atores usam a voz para gerar emoção. Professores usam a voz para compartilhar ensinamentos.
A preparação vocal é fundamental para expressar cada vez melhor os sentimentos, tornando cada vez mais relevante a Comunicação.
Adaptado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voz_humana
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Apresentamos: Zé, um brasileiro!
O Canal do Nicolau tem a inenarrável honra, e por que não dizer um prazer quase metrossexual, orgástico mesmo, de apresentar um novo PERSONAGEM que irá dar suas opiniões redículas (por que usará as suas redes, como um homem-aranha ou um exibicionista de sobretudo), opiniões sobretudo sinceras sobre tudo, e, como vivemos numa democracia de bananas, tudo será alvo da sua astúcia de cachorro magro e vira-lata, como todo brasileiro (de certa forma!) se sente. Os que assim não se sentem, talvez sejam aqueles que contribuem efusivamente e entusiasticamente pra que os outros se sintam.
Apresentamos: ZÉ, um brasileiro! de estatura mediana, que gosta muito da Joana. Mas nem ela nem as outras moças normais gostam dele. Só a Maria, uma paranormal, gosta dele. Talvez, porque ache que ele é um E.T.
Conhecemos o Zé nas ruas da cidade onde circula distribuindo poemas em muros e murros imaginários em quem não compra seus poemas. Trazemos um pouco desses poemas pra a rede, sem compromisso de periodicidade, mas com a sinceridade e delicadeza estúpida de todo louco. Ele distribui poemas pra sobreviver, mas dá sua poesia de graça pra todo mundo, porque sabe que todo poema contem poesia, mas nem toda poesia tem forma de poema.
O Zé,
um brasileiro! é
simpático, falante, alegre e divertido como todo brasileiro. É do bem e nunca
se considerou alvo de bullyng até o ano passado, enquanto não sabia o que isso
significava (até o ano passado!). Quando soube, deixou de ser reticente e
partiu pro ataque (do jeito dele é claro!) dando a cara pra bater, dando murro em ponta de faca e cabeçada na parede.
Como poeta sagaz, se considera um
justiceiro solitário com as próprias mãos, escrevendo poemas nas ruas das cidades por onde
passa. Passou a usar o um humor mais ácido e sentiu que suas frase
amadureceram, a ponto de começar a receber elogios, sugestões, críticas,
pedidos de casamento, de acasalamento e até ameaças de morte. Isso lhe dá um
prazer insuportável, e sua maior realização é quando alguém pára diante de seus
poemas, e dá um sorriso, sem que nem imagine que foi ele quem criou e vai embora. Isso é o
máximo! aí, ele pede dinheiro, se a pessoa não dá e manda ele tomarnocú, ele quer dar porrada. Mas, como ele é um cara do bem, só dá mais uma cabeçada na parede e vai embora.
Senhoras e senhores, agora, por gentileza, ouçam a vinheta dos
clarins com toda pompa e circunstância: com orgulho, apresentamos: Zé, um brasileiro!
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